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Hospital Conceição e Secretaria da Saúde reforçam cuidados no isolamento domiciliar de suspeitos de coronavírus

Até o momento, esse foi o protocolo seguido nos oito casos considerados suspeitos notificados no RS
13/02/2020 Ascom SES / Edição: Secom – Foto: Divulgação

O Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em parceria com a Secretaria da Saúde (SES), está divulgando orientações sobre o isolamento domiciliar de casos suspeitos de infecção por coronavírus.

A medida, adotada após avaliação em serviço médico, é recomendada para casos em que a pessoa não apresente sintomas graves e deve persistir até a melhora do quadro clínico.

Até o momento, esse foi o protocolo seguido nos oito casos considerados suspeitos notificados no Rio Grande do Sul. Desses, apenas um segue em investigação.

É considerada suspeita a pessoa que, nos últimos 14 dias, tenha viajado para a China e que apresente febre acompanhada de algum sintoma respiratório (tosse ou dificuldade para respirar), ou então que tenha tido contato com um caso suspeito ou confirmado e também apresente esse quadro clínico.

Ao se definir um caso como suspeito, é importante isolar o paciente, por meio do uso de máscara cirúrgica e segregação em área com pouca ou nenhuma circulação de pessoas. O fato deve ainda ser notificado imediatamente às autoridades epidemiológicas locais.

Na avaliação clínica do paciente, se não houver sinal de gravidade, o fluxo proposto pela Secretaria da Saúde e Ministério da Saúde indicam o isolamento domiciliar. Somente os casos graves devem permanecer isolados.

No domicílio, alguns cuidados são importantes para que outras pessoas não sejam expostas. Entre as medidas, recomenda-se aos casos suspeitos:

> Não compartilhar alimentos, copos, talheres, chimarrão, toalhas e objetos de uso pessoal;

> Evitar tocar olhos, nariz ou boca;

> Lavar as mãos várias vezes ao dia com sabonete e água, ou usar álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar;

> Não receber visitas enquanto os sintomas persistirem;

> Enquanto permanecer com sintomas respiratórios, usar máscara cirúrgica ao sair do seu quarto e trocar a máscara sempre que estiver úmida;

> Na ausência da máscara, proteger a boca e o nariz ao tossir ou espirrar com lenços descartáveis;

> Ficar em quarto sozinho (se possível) e mantê-lo ventilado;

> Sair de casa apenas em situações emergenciais e, nesses casos, sempre colocar máscara cirúrgica.

Durante esse período, a orientação é que as equipes das vigilâncias e/ou Atenção Básica municipais mantenham um acompanhamento do caso até a melhora clínica. Se a pessoa apresentar alguma piora dos sintomas, ela deve retornar a um serviço médico.

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